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ATLÂNTIDA/ XANGRI-LÁ NIGHT RUNNING – 14 JANEIRO 2012

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Meus Poseidons e Minhas Aknatons,

                À noite do último sábado foi realizada a primeira prova do calendário gaúcho de 2012. O evento, meticulosamente
organizado pela Audax 4 Eventos Esportivos, só não foi melhor do que a proposta. Explico: era para ter sido uma belíssima e estrelada noite de lua cheia, com a beira da praia alisada pela suave brisa do mar e ornamentada por tochas que indicariam o percurso aos corredores – um clima de luau havaiano. Infelizmente, devido às condições climáticas, não foi exatamente isso o que aconteceu…

                Eu cheguei cedo à barraca da organização, pois estava encarregado de pegar os kits para a minha equipe – Equipe Daniel Rech. Fui, gentilmente e pacientemente, atendido pelo professor Ricardo Rossato.

            Neste momento, já se podia ver os estragos causados pelo mar (bandeira vermelha com caveirinha) no que seria a pista da prova. O piso de areia dura transformou-se em lama mole.

              Deixei a barraca da organização, feliz da vida, com os kits da gurizada enquanto o professor Jorge Göebel se entretinha com uma das tochas.

          Eu posso garantir que eles se empenharam ao máximo para acender as chamas, mas o vento e a chuva não permitiram.

              Próximo à barraca de salva-vidas de número 87, Rossato e Luiz Göebel acertavam os detalhes na tentativa de minimizar os problemas causados pelo mau tempo.

               Já de posse dos kits da equipe, tratei de encontrar um lugar quente para ficar até a hora da largada. Isso só foi possível no carro, que estava estacionado na avenida em frente à praia.

                Fiquei escondido na caranga até a hora que os amigos começaram a chegar. Os primeiros foram o Dani e a Ju, um dos casais mais bonitos da EDR. Esses dois sempre iluminam as festas e os eventos de que participam. E fazem isso não com as lanternas dos kits, e sim com a luz da alma – muito superior à de qualquer artefato.

                Acho que todos podem imaginar o que foi a corrida. A noite fria e chuvosa tornou-se mais um dos obstáculos que os corredores tiveram que superar. Os pés e os tênis logo ficaram úmidos e enlameados, pois não havia chão seco onde se pisar. No entanto, a maior dificuldade foi provocada pela falta de iluminação ao longo de todo o percurso, pois, como já mencionei, as tochas não puderam ser utilizadas. A luz das lanternas muitas vezes foi insuficiente para mostrar buracos e as valas dos esgotos tão comuns em nosso litoral. Para evitar acidentes, quedas e lesões muita gente preferiu correr quase por dentro da água do mar.

                Apesar de tudo isso, ressalto a qualidade do trabalho da Audax 4. A assessoria se empenhou para minimizar todos os infortúnios aqui relatados e, obviamente, não tiveram culpa da intempérie que atuou durante o evento. Por isso, mesmo assim, gostaria de parabenizá-los pela festa de abertura da temporada 2012. Que festa? Onde há corredores reunidos sempre há uma festa…

                Desejo a todos um ano repleto de vitórias e conquistas. Treinem, baixem seus tempos, vençam provas e se superem. Contem sempre com este espaço para a narrativa de seus feitos. Espero vê-los na 8ª TTT, próximo dia 28.

                Que o grande e maravilhoso Deus continue nos abençoando!

Abraços prá quem for de abraço e beijos prá quem for de beijo!

Juarez Lucas

2ª X RUN 60 K CANELA/ RS

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Meus Sessentos e Minhas Sessentas,

                          Começo reconhecendo o misto de expectativa e ansiedade que eu estava sentindo com relação a esta prova. Tratou-se da minha primeira ultramaratona e, embora já tenha enfrentado outros desafios extremamente difíceis, devo admitir que sentia um pouco de insegurança com relação ao fato de conseguir completar a distância.

                          Quando comecei a correr, há uns trinta anos, quem completava uma maratona era considerado, praticamente, um deus. Corri a primeira em 1982 e muitas pessoas passaram a me olhar como se eu fosse um extraterrestre. Era o início dessas provas no Brasil e o feito era sobejamente valorizado. Ao terminar a prova, 2ª Maratona Internacional do Rio de Janeiro, disse para mim mesmo: “nunca mais eu correrei na vida, nem dez metros!” E dito e feito, em 1983, um ano após a primeira, lá estava eu novamente para fazer a segunda!

                          Pode-se dizer que ainda estamos no início da era das ultras. Acredito que esta será uma história sem fim, pois, assim como os recordes sempre serão batidos, as distâncias sempre poderão e serão aumentadas. E, ainda assim, os “Márcios Villar” e os “Antons Krupicka” mostrarão que são, realmente, de outro mundo e dobrarão estes absurdos percursos.

                          Sim, mas o que eu tenho a ver com isso? Bem, eu já estava satisfeito com o que havia obtido das provas de rua. As várias maratonas de que participei, pensei, autorizavam-me, inclusive, a pendurar as sapatilhas (ou os tênis). Há três meses tomei conhecimento da prova título deste texto – chamou-me a atenção por ser uma ultramaratona de montanha! Assim como alguns amigos, achei que seria interessante ver a belíssima Canela por um ângulo muito pouco observado pela maioria dos turistas e mesmo dos habitantes locais. Decidi, apoiado por muitos, que iria tentar acrescentar mais esta página ao meu currículo esportivo.  

                          Neste espírito, sábado de manhã, ao surgirem os primeiros raios de sol, estacionamos (eu e a Márcia) o carro em frente ao Hotel Fazenda Pampas em Canela/ RS para começar a escrever mais algumas páginas deste livro.

 

                          Como é comum acontecer nesses eventos, há sempre aquele clima de festa. Afinal, pode haver maior motivo para comemorar ou festejar do que se estar apto a correr sessenta quilômetros? Por isso, eu entendo que só os fatos de se estar ali e de se animar a largar já devem ser louvados e comemorados! Vibrei ao encontrar o grande corredor Cleimar Rodrigo Tomazelli (comigo na próxima foto)! Ele, junto com David Johnston, Giovani Oliveira e Gerson Leite (Companhia dos Cavalos) formaram o quarteto vencedor da prova com o inacreditável tempo de 3h 59min 9s! Um outro Cavalo, Eduardo Machado, que também solou, terminou em quarto lugar com 6h 18min! Eu não quero ofendê-los, muito pelo contrário, mas esses caras são uns cavalos!

                          O Clube de Corrida Vitta Asics também esteve presente muitíssimo bem representado e liderado pelo meu amigo, professor Mauro Paranhos.

                          Aqui, eu estou abraçado à grande Greice Lopes Rodrigues e ao seu marido, Dr. Paulo, meu ginecologista. A seguir, vocês poderão observar a importância que eles tiveram para que eu conseguisse completar a prova.

                          Lembram de que eu havia dito que era uma festa? Comigo, abaixo, José Sílvio Codogno e Marilza Cândida Saldanha, de São José do Rio Preto/ SP – os dois muito bem-humorados e excepcionais atletas! 

                           Ainda tive o prazer de encontrar o meu amigo Eduardo Marques, da Audax4, organizador da Atlântida/ Xangri-lá Night Running (próximo dia 14 de janeiro – já se inscreveram?). O Edu, junto com o Ricardo Rossato (também da Audax4), o Gustavo Vargas e o André Brüch correram pela Equipe Strider e obtiveram um honroso terceiro lugar.

                          Eu e o Marcos da Silva Batista, de São José dos Campos/ SP. Este rapaz corre demais! Eu quero, inclusive, agradecer-lhe e pedir-lhe desculpas por tê-lo atrapalhado nos primeiros vinte e três quilômetros. Sabendo que era a minha estréia, ele tentou me ajudar correndo ao meu lado no início da aventura. Eu fiquei horrorizado ao vê-lo correr em ziguezague! Disse-me que se trata de uma nova técnica para aliviar a tensão muscular e evitar as lesões nos joelhos. Mas eu acho que, ao final da prova, se fôssemos olhar o GPS dele, encontraríamos uma distância muito superior aos sessenta quilômetros!

 Creio que vocês saibam que felicidade contagia. Alegria pega!

            E vamos para a largada, ainda em clima festivo! Eu, “mais metido do que piolho em costura”, bem na frente – cheguei ali, ninguém disse nada, eu fiquei!

            Na largada, o meu amigo José Ricardo Moreira, do Mato Grosso do Sul, saiu forte!

             No primeiro trecho, pegamos a Avenida das Hortênsias e seguimos até o Parque do Caracol.

            Aqui, eu, logo atrás do Marcos Batista, estou terminando o segundo trecho.

            Encontrava-me com a glicemia elevada e já estava começando a ficar desidratado. Recebi o apoio da Márcia, que reabasteceu as garrafinhas com água gelada. A coisa estava ficando muito difícil!

            Pensando em parar, fui embora “na moral”!

            Ao final do quarto trecho, o Rodrigo apoiou e fotografou um colega de equipe.

            Logo após chegavam a Greice,

            O Marcos Batista,

E eu!

            Neste ponto, final do quarto trecho, a Márcia mediu e a minha glicemia estava acima de 500 mg/ dl! Estava completamente desidratado e sem cor! Tomei dez unidades de insulina de ação rápida e o meu ginecologista, Dr. Paulo, me obrigou a sentar e relaxar por uns vinte minutos. Eu também sentia uma dor fortíssima nos ovários!

            Abaixo, o Marco Batista chega ao final do quinto trecho e avisa aos integrantes de uma equipe que passara por um atleta ferido – parece que o rapaz sofrera uma queda e se machucara bastante.

            E o Marcão vai embora, abrindo o sexto trecho. Conseguem ver o início do sofrimento?

            Mais ou menos uma hora depois, eu fecho o quinto trecho. Olhando pro chão e com a passada curtíssima, nem preciso dizer que estava destruído! O pior é que ainda faltavam três trechos – 22, 07 km!

            A esta altura, os primeiros colocados começavam a cruzar o pórtico de chegada. Abaixo, o segundo da categoria solo, Valdecir Guardião da Silva, da Equipe Naventura, paranaense de Campo Largo.

            Aqui, vê-se a chegada do José Sílvio Codogno (o já citado “Papai Noel”) e do Jonas Junckes da Equipe Sul Brasilis/ Restaurante Junckes, de Gaspar/ SC. Meus parabéns aos dois “sub 6”!

            A seguir, a chegada da primeira menina da categoria solo, Cláudia Miriam de Souza, da Equipe Caapuã, de Curitiba/ PR.

            Rendo aqui todas as minhas homenagens ao grande guerreiro Marcão. Baita atleta, baita amigo, baita exemplo, baita cara! Muito sucesso nas próximas empreitadas e conte sempre comigo! Aqui está a “Foto do Post”!

            Agora, eu estou me preparando para iniciar o último trecho. Faço questão de cruzar o pórtico com a camisa da minha equipe – a Márcia, no carro, passou-a para mim.

            Vesti a camisa, clipei a cinta com o número de peito,

            Tomei uns goles de Coca,

            Fiz pose para a foto (Credo! Que coisa medonha!),

            E fui embora! Faltavam apenas cinco quilômetros… Mas cinco quilômetros de subida! Eu garanto prá vocês que foram os cinco quilômetros mais difíceis de toda a minha vida!

            Movido só pela garra e pelo desespero para terminar, ainda tive gás para ultrapassar aqueles dois amigos que estavam andando na minha frente! Ultrapassagem estúpida, pois eles eram de outra categoria – a esta altura eu já não raciocinava mais!

            Saindo do mato, ainda se corria mais ou menos um quilômetro na Avenida das Hortênsias. Que alegria enxergar aquela placa de “Bem-Vindo a Canela”!

            Abaixo, a bonita chegada da minha amiga Greice Lopes Rodrigues (154) e da Elvira Carvalho Paim (156), da Equipe Ultrapaim, de Porto Alegre/ RS. A propósito, a Greice correu avulsa – ela não é de nenhuma equipe. Equipes e assessorias esportivas, eu recomendo a compra deste “passe”!

            Mas, esperem um pouco… O que é aquilo que vem chegando ali? Será um cadáver? Será um zumbi? Uma mula manca? Não! Nada disso! Sou eu! Sou eu mesmo!

             Eu só enxergava o chão – eu não conseguia levantar a cabeça! Sentia um peso absurdo nas pernas!

            Foi aí que eu me lembrei de uma promessa que fizera há trinta anos e a refiz: “eu nunca mais vou correr na vida, nem cinco centímetros!”

            Para completar a minha dor, vejam a medalha de finisher! A coisa mais vagabunda que eu já vi em toda a minha vida!

            E por falar nisso, faço algumas críticas com relação à organização do evento. Em primeiro lugar, as Áreas de Troca estavam muito mal sinalizadas – ao longo de todo o percurso eu não vi nenhum marco indicando o começo ou o final dos trechos. Eu queria parar o cronômetro, mas não sabia aonde!

            Em todos os postos de hidratação eram oferecidos água e refrigerante quentes! Um isotônico? Nem pensar! E nos últimos postos ainda faltou!

            Quando terminei e que alguém veio me trazer aquela condecoração, tive vontade de jogá-la no lixo! Considero um desrespeito! Uma prova de sessenta quilômetros merece uma consideração maior! Com uma inscrição de R$ 180, 00 era obrigatório que a Sul Brasilis oferecesse melhores condições. Se um dia eu mostrar aquele pedaço de madeira de segunda para alguém, a pessoa não vai acreditar na dificuldade que foi para obtê-lo!

Mas, por outro lado, para mim, serviu como uma espécie de estímulo. A medalha vai me obrigar a descumprir a minha promessa de me aposentar – eu ainda correrei outra ultra na busca de uma premiação decente, que eu possa ter orgulho de mostrar para os meus amigos e contar a façanha!

            Sendo assim, já deixo claro que não vou parar. Apenas ficarei mais atento aos organizadores das provas. Quem não respeita e não valoriza o meu esforço não merece o valor que pago para participar.

            Parabenizo a todos os atletas que completaram a prova. Parabenizo a todos os atletas que não completaram a prova. Considero que só o fato de se ter coragem para estar na linha de largada de uma prova como esta já é uma vitória!

Que o bom e grande Deus continue nos dando pernas para muitas outras ultras!

Abraços prá quem for de abraço e beijos prá quem for de beijo!

Juarez Lucas

A festa é sua, a festa é nossa é de quem quiser…

festa_sua

Meus Atlântidos e Minhas Xangri-lás,

            Estamos naquela época em que começamos a pensar e a fazer planos para o próximo ano. Isso, para os corredores, é importantíssimo, pois é muito grande a oferta de provas e nem todas têm a qualidade que desejamos. E nem é necessário frisar o planejamento que elas demandam. É fundamental que tenhamos bem definidos os nossos objetivos, e que a escolha dos eventos de que participaremos esteja corretamente alinhada com eles.

            Também não podemos nos esquecer de que é chegado o tempo das festas. Eu acredito que sempre temos motivos para comemorar e, mais do que isso, creio que merecemos e devemos brindar e festejar junto àqueles que amamos. Só o fato de termos podido treinar e superar tantos desafios ao longo do ano que passou, já é motivo mais do que suficiente para erguermos nossas taças!

            Eu, particularmente, tenho muita fé nas palavras do Pregador: há tempo para rir e há tempo para saltar de alegria… (Ec 3: 4) E é esse o tempo! Porque também é certo que chegará o tempo de treinar sério, de chorar, de passar dos limites e de guerrear. Sendo assim, eu sugiro que utilizemos esse tempo de paz para nos prepararmos para os futuros combates. Dentro deste espírito, eu gostaria de recomendar-lhes algumas provas que, ao mesmo tempo em que abrigam toda a felicidade da estação do sol, já vão lhes mostrar o que está acontecendo de novo no front.

            A primeira prova de 2012 está marcada para o dia 8 de janeiro – a 3ª Corrida Rústica de Gramado – realizada pela Prefeitura de Gramado e pela TH2 Assessoria e Eventos Esportivos. Este ano a prova terá chip e cronometragem eletrônica com largada (às 9h) e chegada no Centro de Eventos da ExpoGramado. O percurso é composto por asfalto e trilhas nas distâncias de 6, 5 km e 12 km para adultos e 2 km para a categoria infanto-juvenil. As inscrições podem ser feitas em www.rusticadegramado.com.br por apenas R$ 35, 00! Vale à pena conhecer!

Em seguida, no próximo dia 14 de janeiro, ocorrerá a Atlântida/ Xangri-Lá Night Running. Antes de qualquer coisa, será uma baita festa! E não é festa o que nós queremos? 

Será uma grande oportunidade de começarmos o ano brincando e festejando nas areias mais charmosas e badaladas do litoral gaúcho. A largada e a chegada serão ao lado da Plataforma de Pesca de Atlântida com luzes e muita música! Haverá percursos de 5 km e de 10 km pela parte dura da areia, o que permite a participação de todos, dos iniciantes aos mais experientes corredores. A noite de lua cheia (confira na folhinha) e o trajeto demarcado por tochas criarão aquele clima de luau esportivo – a beira mar ficará linda! 

Após as festas de final de ano, será uma das melhores oportunidades para reiniciar os treinos e retomar o ritmo das provas. Acho interessantíssimo que você leve o máximo possível de colegas e amigos porque haverá premiação para a equipe com maior número de participantes. Abaixo: Cleber, Gerson, Antônio Carlos, Adriano e José Nunes (Equipe Sub 4), os campeões de Tramandaí.

O evento ocorre com duas garantias fortíssimas: a organização da Audax 4 Eventos Esportivos e o patrocínio da Paquetá Esportes.

            A empresa organizadora vem se firmando, cada vez mais, em nosso estado, pelas novidades implantadas em suas provas. Dia 29 de janeiro passado eu participei da Tramandaí Night Running, também realizada por eles e que foi um enorme sucesso. Foi lá que, pela primeira vez, recebi uma lanterna de cabeça no kit. E, creiam, foi muito bonito e diferente ver aquela multidão de corredores iluminando a noite escura na beira da praia.  

A Paquetá Esportes dispensa qualquer apresentação, pois é a marca mais presente na cabeça e nos pés dos atletas gaúchos. Já conhecida pelo patrocínio dispensado ao futebol, a empresa vem também se voltando para as provas de rua. Esse foi o caso recente das 10 Milhas Noturnas de Gramado e da 7ª Maratona de Revezamento Paquetá Esportes Asics. Estou curioso para ver o kit, pois esse, certamente, será um belo fruto dessa nova parceria. 

Inscreva-se em www.audax4.com.br e veja mais informações em http://audax4.blogspot.com/.

Duas semanas depois, dia 28 de janeiro de 2012, uma das provas mais esperada pela imensa comunidade corredora do país – a Travessia Torres Tramandaí, em sua oitava edição.

Parece que ainda há a possibilidade de inscrição para equipes que não correram em 2011.

Para correr na categoria individual (Casca de Abacaxi!) o atleta tem que comprovar resultados obtidos em maratonas e ultramaratonas, além de apresentar atestado médico comprovando sua aptidão para a empreitada. Nessa categoria o buraco é bem mais em baixo! É para aqueles que, previamente, estabeleceram esta prova como um objetivo, tal e qual mencionei no início do texto. 

Mas, se você não quiser ficar de fora da festa, corra num quarteto, ou mesmo num octeto. É uma grande oportunidade para confraternizar com, praticamente, todas as equipes de corrida do estado e muitas de outras partes do Brasil. Você também pode fazer o trecho onde está a sua casa na praia e receber os aplausos e os incentivos dos parentes e amigos.

A premiação ocorre a partir das seis horas da tarde, na chegada, em Imbé. E aí é apenas o início da noite… Sabe o que vem pela frente? Festa… Mais festa… Muita festa!

As inscrições podem ser feitas em www.corpa.esp.br ou www.blogcorpa.blogspot.com.

            É óbvio que já estou inscrito nas provas que mencionei! Espero encontrá-los lá!

            Lembrem-se do que Salomão nos ensina: “tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu.” (Ec 3: 1) Insisto: é tempo de festa, é tempo de correr e é tempo de correr festejando ou de festejar correndo – essa decisão é sua!

            Aqui, tomo a liberdade de copiar o slogan da campanha de final de ano da Rede Globo de Televisão: “A festa é sua, a festa é nossa, é de quem quiser e VIER!”

Então, VENHA!

Abraços e Beijos,

Juarez Lucas

Observação: meus sinceros agradecimentos aos sites e blogs de onde retirei as fotos deste post: http://fisiorunners.blogspot.com/, http://audax4.blogspot.com/ e www.audax4.com.br.